Nos últimos anos é cada Vez maior a disciplina de antropologia no curso de teologia, muito comum professores que não conhece a disciplina ministrarem a mesma. Para contribuir com os alunos de teologia coloca os métodos funcionalista de Malinowski.
O assunto que Malinowski descreve nesse capitulo do livro é o Kula.
O autor mostra seus métodos etnográficos, e nos mostra a relevância de uma pesquisa cientificas imparcial e honesta, nos colocando a par de todos os detalhes de sua investigação, com uma apresentação franca de suas informações. Algo que não era comum em sua época, os autores não informavam o leitor como tinha chegado a suas conclusões. Uma descrição etnográfica lança luz sobre questões abstratas.
Para ter uma verdadeira compreensão do Espírito da vida tribal, para isso temos que empenhar em obter uma visão cientifica e objetiva da realidade deixando opiniões distorcidas e preconceituosas do senso comum. Os princípios metodológicos são: 1º objetivos científicos e critérios etnográficos. 2º criar condições adequadas de trabalho, viver entre os nativos. 3º aplicar métodos especiais de coleta, manipulação e registro de dados.
Condições adequadas de trabalho entre os nativos são: isolar- se dos homens brancos e permanecer em contato mais intimo possível com os nativos, aprender como nos comportar, consegui sentir a diferenças entre as maneiras locais certas e erradas de agir.
Um conhecimento das pesquisas mais recentes, princípios e objetivos. As ideias preconcebidas são preciosas, saber enunciar problemas previamente, esses problemas coloca primeiro para o investigador através de seus conhecimentos teóricos. Mas tem que ser capaz de rejeitar ou modificar constantemente sob a pressão de evidencias.
O objetivo básico da pesquisa etnográfica de campo é apresentar um esquema nítido e claro da constituição social e separar leis e regularidades de todos os fenômenos culturais do que for irrelevante. E não só o que é exótico e sensacional.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
Carta de João Calvino a Lutero

por
João Calvino
21 de Janeiro de 1545
Ao mui excelente pastor da Igreja Cristã, Dr. M. Lutero, [1] meu tão respeitado pai. Quando disse que meus compatriotas franceses, [2] que muitos deles foram tirados da obscuridade do Papado para a autêntica fé, nada alteraram da sua pública profissão, [3] e que eles continuam a corromper-se com a sacrílega adoração dos Papistas, como se eles nunca tivessem experimentado o sabor da verdadeira doutrina, fui totalmente incapaz de conter-me de reprovar tão grande preguiça e negligência, no modo que pensei que ela merece. O que de fato está fazendo esta fé que mente sepultando no coração, senão romper com a confissão de fé? Que espécie de religião pode ser esta, que mente submergindo sob semelhante idolatria? Não me comprometo, todavia, de tratar o argumento aqui, pois já o tenho feito de modo mais extenso em dois pequenos tratados, em que, se não te for incomodo olha-los, perceberá o que penso com maior clareza que em ambos, e através da sua leitura encontrará as razões pelas quais tenho me forçado a formar tais opiniões; de fato, muitos de nosso povo, até aqui estavam em profundo sono numa falsa segurança, mas foram despertados, começando a considerar o que eles deveriam fazer. Mas, por isso que é difícil ignorar toda a consideração que eles têm por mim, para expor as suas vidas ao perigo, ou suscitar o desprazer da humanidade para encontrar a ira do mundo, ou abandonando as suas expectativas do lar em sua terra natal, ao entrar numa vida de exílio voluntário, eles são impedidos ou expulsos pelas dificuldades duma residência forçada. Eles têm outros motivos, entretanto, é algo razoável, pelo que se pode perceber que somente buscam encontrar algum tipo de justificativa. Nestas circunstâncias, eles se apegam na incerteza; por isso, eles estão desejosos em ouvir a sua opinião, a qual eles merecem defender com reverência, assim, ela servirá grandemente para confirmar-lhes. Eles têm me requisitado de enviar um mensageiro confiável até você, que pudesse registrar a sua resposta para nós sobre esta questão. Pois, penso que foi de grande conseqüência para eles ter o benefício de sua autoridade, para que não continuem vacilando; e eu mesmo estou convicto desta necessidade, estive relutante de recusar o que eles solicitaram. Agora, entretanto, mui respeitado pai, no Senhor, eu suplico a ti, por Cristo, que você não despreze receber a preocupação para sua causa e minha; primeiro, que você pudesse ler atentamente a epistola escrita em seu nome, e meus pequenos livros, calmamente e nas horas livres, ou que pudesse solicitar a alguém que se ocupasse em ler, e repassasse a substância deles a você. Por último, que você escrevesse e nos enviasse de volta a sua opinião em poucas palavras. De fato, estive indisposto em incomodar você em meio de tantos fardos e vários empreendimentos; mas tal é o seu senso de justiça, que você não poderia supor que eu faria isto a menos que compelido pela necessidade do caso; entretanto, confio que você me perdoará. Quão bom seria se eu pudesse voar até você, pudera eu em poucas horas desfrutar da alegria da sua companhia; pois, preferiria, e isto seria muito melhor, conversar pessoalmente com você não somente nesta questão, mas também sobre outras; mas, vejo que isto não é possível nesta terra, mas espero que em breve venha a ser no reino de Deus. Adeus, mui renomado senhor, mui distinto ministro de Cristo, e meu sempre honrado pai. O Senhor te governe até o fim, pelo seu próprio Espírito, que você possa perseverar continuamente até o fim, para o benefício e bem comum de sua própria Igreja.
Extraído de Letters of John Calvin: Select from the Bonnet Edition with an introductory biographical sketch (Edinburgh, The Banner of Truth Trust, 1980), pp. 71-73.
[1] - Nota do tradutor: O especial interesse por esta carta, pelo que sabemos, é que ela é a única que Calvino escreveu a Lutero.
[2] - Nota do tradutor: Pelo que parece Calvino se refere aos huguenotes que embora haviam assumido o compromisso com uma confissão de fé reformada, mas na prática ainda preservavam os ídolos, toda a pompa e ritual da missa católica romana. Esta prática evidenciava uma incoerência entre o ato e a convicção de fé.
[3] - Nota do tradutor: Calvino se refere ao culto como uma confissão pública de fé.
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Tradução livre:
Rev. Ewerton B.Tokashiki
Pastor da Igreja Presbiteriana de Cerejeiras – RO.
Prof. de Teologia Sistemática no SPBC – extensão Ji-Paraná
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Evangelismo Puritano

Puritano Evangelismo
Como evangelizar os Puritanos, em contraste tot ele era moderna nós vivemos agora dentro Como eles realizaram seus esforços evangelísticos para ganhar almas?
Puritan Evangelismo
pelo Dr. J. Packer I.
M.A., Professor Tyndale Hall, Bristol
No relatório da Comissão do arcebispo de Evangelismo, publicado em 1945 sob o título: Para a conversão de Inglaterra, o trabalho de evangelismo é convenientemente definidas da seguinte forma: "de forma a apresentar Jesus Cristo no poder do Espírito Santo, que os homens devem vir a colocar a sua confiança em Deus por meio dele, aceitá-Lo como seu Salvador e servi-Lo como seu Rei em comunhão de Sua Igreja. "
Será que os puritanos enfrentar a tarefa de evangelização em todos? À primeira vista, pode não parecer. Eles concordaram com Calvino em quanto os "pregadores" mencionados no Novo Testamento, como toda a ordem de assistentes para os apóstolos, agora extinto, e que para "missões", "cruzadas" e "campanhas", eles sabiam nem o nome nem a coisa . Mas não devemos cair no erro de supor que a evangelização não foi uma de suas principais preocupações. Foi. Muitos deles foram extraordinariamente bem sucedido como pregadores para os não-convertidos. Richard Baxter, o apóstolo de Kidderminster, é talvez o único destes que é amplamente lembrado hoje, mas em registros contemporâneos é comum ler declarações como essa, de Hugo Chaves: "que gerou muitos filhos e filhas a Deus", ou isso, de John Cotton, "a presença do Senhor ... coroando sua obra com a conversão de muitas almas" (S. Clarke, Vive de 52 ...Teólogos, pp.131, 222, etc) Além disso, foi o Puritans que inventou a literatura evangelística. Basta pensar em Baxter clássico Chamada para os não convertidos, e de Alleine Alarme para o Unconverted, Que foram trabalhos pioneiros nesta classe de escrita. E elaborar o manuseio prático "do tema da conversão em livros puritano foi considerado pelo resto do mundo protestante do século XVII, como algo de valor inestimável. "Isso tem sido uma das glórias da religião protestante que reviveu a doutrina da Poupança Conversão, e do Nova Criatura trouxe assim ... Mas de uma forma mais eminente, Deus lançou a honra deste documento sobre os ministros e pregadores desta Nação, que são reconhecidos no exterior por suas pesquisas mais precisas e em descobertas do mesmo. " (T. Goodwin e P. Nye, Prefácio à T. Hooker, A aplicação da Redenção, 1656).
A verdade é que duas concepções distintas e tipos de evangelismo têm sido desenvolvidos na cristandade protestante no decurso da sua história. Podemos chamá-los de "tipo puritano" eo "tipo" moderno ". Hoje estamos tão acostumados a evangelização do tipo moderno que mal se reconhecem os outros é o evangelismo em tudo. Para que possamos compreender plenamente o caráter do tipo puritano de evangelismo, vou defini-lo aqui, em contraste com o tipo moderno, que tem tão largamente ultrapassada no momento presente.
Comecemos, pois, caracterizar o tipo de evangelismo moderno. Parece que pressupõem uma concepção da vida da igreja local como um ciclo de alternância de conversão e edificante. Evangelismo quase assume o caráter de uma campanha de recrutamento periódico. É toda a atividade extraordinária e ocasionais, adicionais e auxiliares para o funcionamento regular da congregação local. recolhimentos especiais de um tipo especial são arranjados, e os pregadores especiais são normalmente garantidos para conduzi-las. Muitas vezes eles são chamados de "reuniões" em vez de "serviços"; em qualquer caso, eles são vistos como algo distinto de alguma forma de regular o culto público de Deus. Nas reuniões, tudo é diretamente destinado a assegurar de imediato a todos os não convertidos, consciente, decisivo ato de fé em Cristo. No final da reunião, os que responderam ou pretendem fazê-lo são convidados a vir para a frente, ou levantar a mão, ou algo similar, como um ato de testemunho público de suas resoluções novas. Isso, alega-se, é bom para aqueles que o fazem, uma vez que contribui para tornar a sua decisão "definitiva e tem ainda a vantagem de fazê-los se declarar, de modo que eles podem ser contatados individualmente pelos" trabalhadores pessoais. " Essas pessoas podem então ser alertados imediatamente e redigida em igrejas locais como os convertidos.
Este tipo de evangelismo foi inventada por Charles G. Finney na década de 1820. Ele introduziu o encontro "prolongado", ou como devemos chamá-lo, a intensa campanha evangelística, e sede "ansioso", uma frente pew deixado vago onde no final da reunião, "a ansiedade pode vir e deve ser dirigida em particular ... e, por vezes, ser conversado individualmente. " No final de seu sermão, ele dizia: "Não é a sede de ansiedade; sair, e reconhecemos a determinação do lado do Senhor." (Veja Avivamentos da Religião, especialmente Capítulo XIV). Estes eram muito contra Finney "novas medidas".
Agora, Finney era um lúcido e confesso Pelagian em sua doutrina do homem, e este é o motivo pelo qual seu "novas medidas" foram evoluídos. Finney negou que o homem caído é totalmente incapaz de se arrepender, crer ou fazer nada de bom espiritualmente sem graça, e afirmou vez que todos os homens têm a habilidade plenária se voltarem para Deus a qualquer momento. O homem é um rebelde, mas é perfeitamente livre a qualquer momento para depor suas armas em sinal de rendição. Assim, toda a obra do Espírito de Deus na conversão é o de apresentar razões vividamente a mente do homem para fazer essa entrega - isto é, obra do Espírito está confinado à persuasão moral. O homem é sempre livre para rejeitar esta convicção: "Os pecadores pode ir para o inferno, apesar de Deus". Mas o forte é a persuasão, o mais provável é a de conseguir a quebra da resistência do homem. Todos os meios, portanto, de aumentar a força ea vivacidade com que a verdade impingida à mente - a emoção mais frenético, o emocionalismo mais estreita, o barulho mais desesperador em reuniões evangelísticas - era uma forma correcta e adequada de evangelismo. Finney deu expressão a este princípio, a primeira de suas palestras sobre Avivamentos da Religião. "Esperar para promover a religião sem excitações é filosófico e absurda ... até lá é o princípio religioso suficiente no mundo para acabar com excitações irreligioso, é em vão para tentar promover a religião, exceto por contrariar excitações ... Deve haver excitação suficiente para acordar se os poderes latentes moral ... " E, uma vez que cada homem, se ele só vai despertar o seu "adormecido poder moral", pode em qualquer rendimento, tempo de Deus e se tornar um cristão, é o trabalho do evangelista e dever sempre a pregar para uma decisão imediata, para dizer aos homens que é seu dever de vir a Cristo naquele instante, e usar todos os meios - como o apelo vibrante e sede "ansioso" - para convencê-los a fazê-lo. "Eu tentei calá-los", diz ele de um sermão missão típica ", para apresentar a fé e arrependimento, como a coisa que Deus exigia deles: presente e imediata aceitação da Sua vontade, presente e imediata aceitação de Cristo" (Autobiografia, p. 64). É mal demais dizer que Finney pregação evangelística considerado como uma batalha de vontades entre ele e seus ouvintes, na qual era sua responsabilidade de levá-los a ponto de ruptura.
Agora, se a doutrina de Finney do estado natural do homem pecador é certo, então seus métodos evangelísticos devem ser julgados direito também, porque, como muitas vezes ele insistiu, o "novas medidas" foram os meios adaptados para o que ele considerou ser o fim de vista. "É nessas práticas que um sistema Pelagian naturalmente se manifesta, se pretende tornar-se agressivamente evangelística" (BB Warfield). Mas se a sua visão do homem está errada, então os seus métodos, como veremos, devem ser julgados desastroso. E esta é uma questão de primeira importância no momento presente, porque são os métodos de Finney, modificados e adaptados, que caracterizam a maioria evangelismo hoje. Não sugerimos que todos os que os utilizam são Pelagians. Mas nós levantar a questão, se a utilização de tais métodos é compatível com qualquer outra doutrina de Finney, e vamos tentar mostrar que, se a doutrina de Finney é rejeitada, então esses métodos devem ser julgados inadequados e, na verdade, prejudicar a verdadeiro trabalho de evangelismo. Pode-se dizer que os resultados justificam a sua utilização, mas a verdade é que a maioria dos "Finney converte" desviou e caiu fora, e assim, ao que parece, têm a maioria das pessoas desde a época de Finney, cuja decisão "tem sido assegurada pela utilização de tais métodos. A maioria dos evangelistas modernos parecem ter desistido de esperar mais do que uma pequena porcentagem de seus "convertidos" para sobreviver. Não é de todo evidente que os resultados justificam tais métodos. Vamos sugerir mais tarde que eles têm uma tendência natural para a produção desse produto de falsos convertidos como foi, de facto resultou da sua utilização.
O tipo puritano de evangelismo, por outro lado, era a expressão consistente na prática de convicção dos puritanos que o conversão de um pecador é um trabalho gracioso soberano do poder divino. Vamos gastar algum tempo elaborando este.
Os puritanos não use "conversão" e "regeneração", como termos técnicos, e por isso há ligeiras variações de uso. Talvez a maioria das palavras tratados como sinônimos, cada um denotando todo o processo pelo qual Deus leva o pecador ao seu primeiro ato de fé. Sua termo técnico para o processo foi chamado eficaz; chamada a ser a palavra bíblica usada para descrever o processo em Rom. 8:30, 2 Ts. 2:14, 2 Tm. 1:9, etc, eo adjetivo eficaz que está sendo adicionado para distingui-lo da convocação, ineficaz externos mencionados no Mt. 20:16, 22:14. Confissão de Westminster, X. i., coloca "vocação", em sua perspectiva teológica por uma paráfrase interpretativa de Rom. 8:30: "Todos aqueles que Deus predestinou a vida vos, e só esses, ele está contente, no seu tempo determinado e aceito, chamar eficazmente, por sua Palavra e Espírito, de que o estado de pecado e morte em que são, por natureza, a graça ea salvação por Jesus Cristo. "The Westminster Catecismo Menor analisa o conceito de "vocação chamado eficaz" na sua resposta à Pergunta 31: "é a obra do Espírito de Deus pela qual, convencendo-nos de nosso pecado e miséria, iluminando nossas mentes no conhecimento de Cristo, e renovando nossa vontade, ele faz persuadir e permitir-nos a abraçar Jesus Cristo oferecido gratuitamente a nós no evangelho ".
Relativamente a este eficaz chamando, três coisas devem ser ditas, se quisermos compreender a visão puritana:
(I) É um obra da graça divina, não é algo que um homem pode fazer para si ou para outra. É a primeira etapa na aplicação da redenção para aqueles a quem foi vencido, é o momento em que, em razão do seu eterno, união federal representante de Cristo, o pecador eleito é trazida pelo Espírito Santo em um real , a união vital e pessoal com a sua Aliança de Cabeça e Redentor. É, portanto, um dom da graça divina graça.
(Ii) É uma obra do poder divino. É efectuada pelo Espírito Santo, que atua tanto mediatamente, por a Palavra, na mente, dando entendimento e convicção, e ao mesmo tempo imediatamente, wom a Palavra, nas profundezas ocultas do coração, implantando uma nova vida e poder, efetivamente destronar o pecado, e fazer o pecador tanto aptos e dispostos a responder ao convite do evangelho. O trabalho do Espírito é, portanto, tanto moral, por persuasão (Que todos os arminianos e Pelagians permitiria), e também física, pelo poder (O que não faria).
Owen disse, "Não é apenas uma moral, mas uma físico execução imediata da ... Espírito sobre a mente ou alma dos homens em sua regeneração ... O trabalho de graça na conversão é constantemente expressa por palavras que denotam uma real eficácia interna, tais como a criação, acelera-se formando, dando um novo coração ... Onde quer que este trabalho se fala com respeito vos uma eficácia ativa, é atribuída a Deus. Ele nos cria de novo, ele acelera de nós, ele gera nos de Sua própria vontade, mas quando se fala em relação a nós, não é expressa de forma passiva, somos criados em Cristo Jesus, somos novas criaturas, nascemos de novo e assim por diante; que um observação é suficiente para evitar a hipótese todo arminiano a graça. "(Obras, ed. Russell 1,1, II. 369). "Os ministros bater à porta dos corações dos homens (persuasão), o Espírito vem com uma chave e abre a porta" (T. Watson, Corpo de div., 1869, p. 154). A ação do Espírito de regeneração, Owen continua, é "infalível, vitorioso, irresistível, ou sempre eficaz" (Cit loc.); que "remove todos os obstáculos, vencer todas as oposições, e infalivelmente origina o efeito pretendido." Grace é irresistível, não porque arrasta o homem a Cristo contra a sua vontade, mas porque ela muda os corações dos homens para que eles vêm mais livremente, sendo feita por vontade sua graça. " (West. Conf. X. i). Os puritanos adorava morar no pensamento bíblico do poder divino colocado diante de chamada eficaz, que Goodwin regularmente descrito como um "milagre de pé" na Igreja. Eles concordaram que, no curso normal dos eventos de conversão não foi um caso espetacular normalmente, mas Goodwin observa que às vezes é, e afirma que assim Deus nos mostra o quão grande um exercício de poder do chamado eficaz de cada um envolve. "No chamado de alguns não atira-se muito de repente uma conversão eleição (Eu uso para chamá-lo assim). Você deve, por assim dizer, ver a eleição ter de segurar um homem, puxe-o para fora com um grande poder, imposto de selo sobre ele, a natureza divina do topo, acima natureza corrompida pelas raízes, a raiz até o amor-próprio, coloque em um princípio de o amor a Deus, e lançá-lo diante de uma nova criatura no primeiro dia ... Ele o fez com Paulo, e não é sem exemplo nos outros depois dele. " (Works, ed.. IX Miller. 279). Essas conversões dramáticas, diz Goodwin, são "símbolos visíveis de eleição por uma obra de abertura, como todos os poderes nos céus e na terra não poderia ter forjado a alma de um homem assim, nem alterou um homem tão de repente, mas apenas que poder divino que criou o mundo (e) ressuscitou a Cristo dentre os mortos. "
A razão pela qual os puritanos, assim, ampliado o poder vivificante de Deus é clara dos trechos citados: foi porque tomou tão a sério o ensino bíblico que o homem é morto no pecado, radicalmente depravados, escravo do pecado desamparado. Há, prenderam, como uma força do pecado que a onipotência só pode quebrar seu vínculo, e apenas o autor da vida pode ressuscitar os mortos. Quando Finney assumiu capacidade plenária, os puritanos ensinou total incapacidade do homem caído.
(Iii) O chamado eficaz é e deve ser uma obra do Divino soberania. Só Deus pode realizar, e Ele o faz em seu próprio prazer. "Não é ele que willith, nem do que corre, mas de Deus que usa de misericórdia" (Rm. 9:16). Owen expõe presente em um sermão em Atos 16:9, "Uma visão da misericórdia, imutável livre no envio dos meios de graça para os pecadores indignos" (XV, I e ss.). Primeiro, ele afirma o seguinte princípio: "Todos os eventos e efeitos, especialmente sobre a propagação do evangelho e da Igreja de Cristo, são na sua maior variedade regulamentada pelo propósito eterno e conselho de Deus", Ele, então, ilustra isso. Alguns são enviadas o evangelho, outros não. "Neste capítulo ... o evangelho é proibido ser pregado na Ásia ou na Bitínia, que de retenção, o Senhor por Sua providência ainda persevera em muitas partes do mundo, enquanto que "para algumas nações, o evangelho é enviado ... como no meu texto, Macedónia e Inglaterra ..." Agora, pede Owen, porque esta discriminação? Por que alguns ouvem e outros não? E quando o evangelho é ouvida, porque não vemos "vários efeitos, alguns continuam em impenitência, outros no fechamento sinceridade com Jesus Cristo? ... No trabalho eficaz da graça ... onde você acha que tem a sua regra e determinação. . . que deve ser dirigida a João, e não Judas, Simão Pedro, e não Simão, o Mago? Por que somente a partir deste conselho de discriminação de Deus desde a eternidade ... Atos 13:48 ... A propósito da eleição de Deus, é a regra de distribuição de graça salvadora. "
Jonathan Edwards, um evangelista Puritan grande, muitas vezes faz o mesmo ponto. Em uma passagem típica de um sermão sobre Rom. 09:18, ele enumera as seguintes formas em que a soberania de Deus (definido como "Seu direito absoluto de dispor de todas as criaturas de acordo com seu próprio prazer") aparece na dispensa de graça: "(1) Ao chamar uma nação ou povo, e dando-lhes os meios da graça, e deixando os outros sem elas. (2) as vantagens que ele dá em cima de pessoas especiais "(por exemplo, um lar cristão, um ministério poderoso, as influências espirituais diretas, etc); (4) dando a salvação de alguns que tiveram poucas vantagens" (por exemplo, crianças de pais ímpios , enquanto os filhos do divino não são sempre salvos), "(5) Ao chamar alguns para a salvação, que foram heinously ímpios, e deixando outros, que têm sido muito morais e religiosas pessoas ... (6) na poupança de alguns desses que buscam a salvação e outros não (ou seja, trazer alguns pecadores condenados a fé salvadora, enquanto outros nunca atingir a sinceridade) (Obras, 1838, II, F. 849). " Esta exposição da soberania de Deus, Edwards mantida, é glorioso "faz parte da glória da misericórdia de Deus que é misericórdia soberana."
É provavelmente verdade que nenhum pregador na tradição puritana sempre insistiram sustentado como a soberania de Deus como Edwards. Pode vir como uma surpresa para os leitores modernos para descobrir que a pregação como a sua evangelisticamente foi muito proveitosa, mas era esse o caso. Revival varrida através de sua igreja em seu ministério, e no renascimento (para citar o seu próprio testemunho) "Acho que descobriram que não os discursos foram mais notavelmente bem-aventurada, daqueles em que a doutrina de Deus absoluto soberania, no que diz respeito à salvação dos pecadores, e sua justa liberdade, no que diz respeito à oração de atendimento, e sucedendo as dores, natural dos homens, continuando tal, foram insistiu em que "(I. 353). Há muito que pensar aqui.
A soberania de Deus aparece também na hora da conversão. Escrituras ea experiência demonstram que "o grande Deus para fins santa e gloriosa, mas, sobretudo, ... para fazer aparecer o seu amor e bondade, Sua misericórdia e graça, ordenou-lo de forma "que muitos de Seu povo eleito" por algum tempo deve permanecer em uma condição do pecado e da ira, e então Ele renova-los para si mesmo "(Goodwin, VI, 85). Nunca é o homem, mas sempre a Deus, que determina quando um pecador eleito deve acreditar. Na forma de conversão também, Deus é soberano. Os puritanos ensinavam que, como regra geral, a convicção do pecado, induzida por, a pregação da lei, deve preceder a fé, uma vez que nenhum homem ou pode vir a Cristo para sermos salvos do pecado até que ele saiba que os pecados que ele precisa de poupança . É um traço distintivo da doutrina puritana de conversão que este ponto, a necessidade de "preparação" para a fé, é tão estressado. primeiro passo do homem em direção a conversão deve ser algum conhecimento, de Deus, de si, do seu dever e do seu pecado. O segundo passo é condenação, tanto do pecado e do pecado, em particular, e do ministro sábio, lidando com os inquiridores, nesta fase, vai tentar aprofundar a convicção e torná-la específica, desde verdadeira convicção do pecado e do som é sempre a maior ou menor grau particularizado. Isto leva a contrição (Para tristeza e ódio ao pecado), que começa a queimar o amor de pecado do coração e leva ao real, embora ainda ineficaz, as tentativas de interromper a prática do pecado na vida. Entretanto, o ministro sábio, visto que o pousio não foi arado, insta o pecador se voltar para Cristo. Este é o direito de dar conselhos a um homem que demonstrou que com todo seu coração, ele deseja ser salvos do pecado, pois quando um homem quer ser salvos do pecado, então é possível que ele verdadeiramente e sinceramente a receber o One que se apresenta ao homem como o Salvador do pecado. Mas não é possível de outra maneira, e por isso os puritanos e outra vez peço ministros não curto-circuitar o processo essencial de preparação. Eles não devem dar incentivos falso aqueles nos quais a lei ainda não fez o seu trabalho. É o pior conselho possível dizer a um homem parar de se preocupar com os seus pecados e confiar em Cristo uma vez se ele ainda não sabe os seus pecados e ainda não desejo deixá-los. Esse é o caminho para incentivar a paz falsa e falsas esperanças, e para produzir "evangelho hipócritas." Durante todo o processo de preparação, desde o primeiro despertar de interesse para a aurora final de fé, no entanto, a soberania de Deus deve ser reconhecido . Deus converte nenhum adulto sem prepará-lo, mas Deus não quebra os corações de todos os homens iguais "(Baxter). Algumas conversões, como Goodwin disse, são súbitas, a preparação é feita em um momento. Alguns assuntos são muito puxadas; anos podem passar antes que o requerente encontra Cristo e da paz, como no caso de Bunyan. Às vezes, grandes pecadores "experiência meltings grande" (Giles Firmin) no início da obra da graça, enquanto as pessoas passam longos períodos na posição vertical em agonias da culpa e terror. Nenhuma regra pode ser dada por quanto tempo, ou o quão intensamente, Deus vai esfolar a cada pecador com o chicote de condenação. Assim, o trabalho eficaz do produto chamando mais rápido ou mais lento, como a vontade de Deus, e o ministro da parte é a da parteira, cuja tarefa é para ver o que está acontecendo e dar uma ajuda adequada em cada fase, mas que não pode prever, muito menos resolver, a rapidez do processo de nascimento será.
A partir destes princípios os puritanos deduzir sua concepção característica da prática do evangelismo. Uma vez que Deus ilumina, condenados, humilha e converte através da Palavra, a tarefa de Seus mensageiros é comunicar que a palavra, a pregação ea aplicação da lei e do evangelho. Os pregadores são para declarar a mente de Deus, tal como estabelecido nos textos que expõem, para mostrar o caminho da salvação, para exortar os não convertidos para aprender a lei, para meditar sobre a Palavra, para humilhar, orar para que Deus irá mostrar-lhes os seus pecados e habilitá-los para vir a Cristo. Eles são para manter diante de Cristo como um Salvador perfeito do pecado a todos os que cordialmente desejo de ser salvos do pecado e convidar a tal (os cansados e sobrecarregados almas a quem o próprio Cristo convida, Mt. 11:28) para vir ao Salvador que aguarda para recebê-los. Mas eles não estão a fazer o que Finney fez, e imediata demanda arrependimento e fé de toda a gente. Eles são enviados para dizer a todos os homens que devem se arrepender e crer para ser salvo, mas é Nenhuma parte da palavra e da mensagem de Deus se ir mais longe e dizer a todos os não convertidos que eles deveriam "decidir por Cristo" (para usar uma frase comum moderno) no local. Deus nunca enviou qualquer pregador para dizer uma congregação que estavam sob a obrigação para receber a Cristo no final da reunião. Pois, de fato somente aqueles preparados pelo Espírito pode acreditar, e é só essa a quem Deus chama para acreditar. Existe uma confusão comum aqui. O evangelho de Deus exige uma resposta imediata de todos, mas não exige que o mesmo resposta de todos. O dever imediato do pecador despreparados não é tentar e acreditar em Cristo, que ele não é capaz de fazer, mas para ler, investigar, rezar, usar os meios de graça e saber o que ele precisa para ser salvos. Não está em seu poder para aceitar a Cristo a qualquer momento, como Finney suposto, e é uma prerrogativa de Deus, não o evangelista, para fixar o momento em que os homens devem primeiro savingly acreditar. Para este último para tentar fazê-lo, apelando para os pecadores, ao começar a acreditar, aqui e agora, é para o homem tomar para si o direito soberano do Espírito Santo. É um ato de presunção, porém honroso do evangelista motivo pode ser. Nisto, ele vai além de sua comissão como mensageiro de Deus, e decide se arrisca a fazer estragos incalculáveis para as almas dos homens. Se ele diz os homens estão sob a obrigação de receber a Cristo no local, e as demandas em nome de Deus que decide de uma vez, alguns que são espiritualmente preparado vai tentar fazê-lo, eles virão para a frente e aceitar os rumos e "atravessar a movimentos "e ir embora pensando que eles têm recebido a Cristo, quando todo o tempo que eles não fizeram isso porque ainda não foram capazes de fazê-lo. Assim, uma cultura de falsas conversões resultará de fazer esses apelos, no natureza da caso. Bullying para as "decisões", assim, impede o fato e frustra o trabalho do Espírito Santo no coração. O homem leva em si mesmo para tentar trazer esse trabalho a um conclusão precipitada, para pegar a fruta antes de estar maduro, eo resultado é "falsas conversões, a hipocrisia" e endurecimento. "Para o recurso de decisão imediata pressupõe que os homens são livres para" decidir por Cristo ", a qualquer momento, e este pressuposto é o tema de uma exibição desastrosa, false un-bíblica do pecado.
Qual é, então, foram os princípios que devem reger a pregação evangelística? Em primeiro lugar, os puritanos insisto, deve ser claramente entendido que a pregação evangelística não é um tipo especial de pregação, com sua técnica peculiar. É uma parte do ministério público normal da Palavra de Deus. Isto significa que, em primeiro lugar, que as regras que regem são as mesmas regras que devem reger toda a pregação pública da Palavra de Deus e, segundo, que a pessoa cuja tarefa principal é o pastor local. É seu dever no âmbito do seu ministério público e privado da Palavra ", diligentemente ao trabalho para a conversão de almas para Deus" (Owen). O que Deus exige dele é que ele deve ser fiel ao conteúdo do evangelho, e diligente em dar-la. Ele é procurar por todos os meios para fazer seu sermão clara, memorável e relevante para a vida de seus ouvintes, ele está a rezar fervorosamente a bênção de Deus em sua pregação, que pode ser "na demonstração do Espírito e de poder" , mas não faz parte da sua empresa para estudar a "vestir" o Evangelho e torná-lo "recurso" para o homem natural. Os pregadores de chamada é muito diferente daquela do viajante comercial, a venda rápida "técnica" não tem lugar no púlpito cristão. O pregador é não enviado de Deus para fazer uma venda rápida, mas para entregar uma mensagem. Quando ele fez isso, seu trabalho no púlpito é longo. Não é o seu negócio de tentar extorquir "as decisões." É prerrogativa do próprio Deus é soberano para fazer a Sua Palavra eficaz, e os pregadores de comportamento deve ser regida pelo seu reconhecimento e sujeição a soberania divina sobre esta matéria.
Não é a abjurar dos recursos, e os outros dispositivos de vendedor de alta pressão que têm invadido o tipo moderno de evangelização, fazer a pregação do evangelho de uma empresa um pouco desamparado? Nem por isso, disse o puritano, aqueles que argumentam assim que tem contado com a soberania de Deus. O pastor puritano tinha a mesma confiança calma no sucesso de sua pregação evangelística que ele tinha no sucesso de toda a sua pregação. Ele não estava em pânico febril sobre o assunto. Ele sabia que a Palavra de Deus não volta vazia; que Deus tem seus escolhidos em toda parte, e que através da pregação da Sua Palavra que será oportunamente ser chamado, não por causa dos dons dos pregadores e ingenuidade, mas em razão da operação soberana de Deus . Ele sabia que Deus sempre tem um remanescente fiel a si mesmo, porém o mau tempo, o que significa que em cada idade alguns homens cheguem à fé através da pregação da Palavra. Esta foi a fé que sustentou pioneiros tais como puritano Richard Greenham, que depois de vinte anos de ministério fiel, arar o solo em pousio em uma paróquia país Cambridgeshire, não poderia apontar para qualquer bar converte uma única família. Esta foi a fé de que Deus honra no ministério de Richard Baxter Kidderminster, durante a qual, durante um período de dezessete anos, através da utilização de outros meios, mas os sermões, duas vezes por semana e catequética instrução de casa em casa, bem mais de seiscentos converte foram reunidos em, dos quais Baxter escreveu, seis anos após sua expulsão, que, apesar da constante exposição ao ridículo e descrédito para o seu "puritanismo", não que eu saiba caiu a partir de sua sinceridade. Soli Deo Gloria!
A questão com que somos confrontados em nosso estudo de evangelismo Puritan é claro. Qual o caminho que devemos tomar em nossos esforços para propagar o evangelho a-dia? Avançar no caminho da evangelização moderna, o intensivo de grande escala, a curto prazo "campanha", com sua sedutora sustentado por decisões e seus mecanismos simplificados para o tratamento cardumes de "convertidos"? Ou voltar para os antigos caminhos de Puritan evangelismo, o mais quieto, de base ampla estratégia de longo prazo com base na igreja local, segundo a qual o homem busca apenas ser fiel na entrega a mensagem de Deus e deixa o Espírito soberano de chamar os homens à fé através dessa mensagem no seu própria maneira e no seu próprio ritmo? Que é leal à Palavra de Deus? O que é consistente com a doutrina bíblica do pecado e da conversão? Que glorifica a Deus? Estas são questões que exigem a consideração mais urgentes no momento.
http://www.apuritansmind.com/Puritan%20Evangelism/JIPackerPuritanEvangelism.htm
sábado, 17 de abril de 2010
Daí a Razão que Todos os Profetas Armados Vencem

Daí a Razão que Todos os Profetas Armados Vencem, de serem arruinados os desarmados. Porque, alem do que já foi dito, a natureza dos povos é lábil: é fácil persuadi-los de uma coisa, mas é difícil que mantenham sua opinião. (MAQUIAVEL, 1517, p. 38).
No livro O Príncipe, Maquiavel citando Moisés e Savonarola, mostra o motivo da vitoria de um e a derrota do segundo. Quando lemos que todos os profetas armados vencem logo nos lembramos do islamismo, com seu profeta Maomé, com uso de armas e força, em pouco tem tinha expandido suas doutrinas para vários lugares.
E em nossos dias temos profetas armados com o poder da mídia. Com teologias revolucionarias e proclamando a prosperidade do povo, seguido por multidões, como disse o próprio Maquiavel: “sempre há descontentes e pessoas que aspiram a inovações.” O povo muda de profetas a procura de melhorias e de uma vida mais confortável, mas nem sempre as novidades e revoluções cumpriram o pretendido.
As ideologias por traz de cada movimento é motivo de cautela e atenção por parte do povo e dos teólogos. Vemos que velhas heresias estão voltando com novas roupagens mais perigosas que antes. Será que tudo que é novo é melhor, ou que seja politicamente agradável, ou com aparência de bom ou bem, no Novo testamento os apóstolos falam que não, e nos manda termos cuidados com lobos vestidos em pele de cordeiro e com ventos de doutrinas, e das velhas caducas com seus ensinos distorcidos. E hoje com novos apóstolos o que podemos confiar nessas novas doutrinas revolucionárias, a resposta é não, nem que um anjo de luz traga um novo evangelho não podemos confiar. Tanto na política ou na igreja, com esses novos apóstolos e bispos revolucionários estão cada dia mais prósperos “esses homens de revolução nunca tem o bastante” falou Napoleão. E os membros continua na mesma ou até pior.
Mas os homens maus e impostores se tornarão cada vez piores, iludindo e sendo iludidos.
14 Tu, porém, persevera nas coisas que aprendeste e de que tens a certeza, sabendo de quem as aprendeste,
15 e que desde a infância sabes as sagradas letras que te podem instruir para a salvação pela fé que é em Cristo Jesus.
16 Toda a Escritura divinamente inspirada é também útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para instruir na justiça,
2 Timóteo cap. 3: 14- 16.
imagem:http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/images/maome.jpg
O Cortiço
Aluísio de Azevedo
Henrique
Personagem: Henrique
Henrique é um jovem de 15 anos, de boa aparência, acanhado, filho de um Fazendeiro de Minas, foi para o Rio para terminar a corte para entrar na Academia de Medicina. E foi hospedado na casa do Miranda na Rua do Hospício, não gostando da hospedagem o Miranda levou para sua casa no Botafogo. (AZEVEDO, 1890, p. 23, 24).
PESSOAIS: Pai, Henrique, Miranda, Dona Estela, filha, Valentim.
SOCIAIS: Pai, Miranda, Henriquinho, Dona Estela, filha, moleque Valentim.
TEMPORAIS: 15 anos, bonitinho, acanhado, terminar na corte, Estudante cuidadoso, não despendia um vintém, Dona Estela estima quase maternal.
ESPACIAIS: Chegada de Minas, Sobrado do Miranda na Rua do Hospício, na própria casa no Botafogo.
Bem tratado, logo foi acolhido pela Dona Estela que no começo tinha ele como filho. A história mudou com o tempo, o sentimento maternal deu lugar para a libido, e transformaram em amante. Em certo dia chegou a ser pego com a Dona Estela no quintal pelo Botelho. (AZEVEDO, 1890, p. 26-28).
PESSOAIS: Botelho, Estela, Henriquinho, Zulmira.
SOCIAIS: Estela, Henriquinho, Zulmira, Botelho.
TEMPORAIS: Amante de Dona Estela.
ESPACIAIS: Quintal.
O rapaz cada dia estava mais bonito e o acanhado estava indo embora dando lugar a um novo comportamento, o de galanteador. Agora a enamora pela janela a Pombinha e Leocádia. (AZEVEDO, 1890, p. 77,78).
PESSOAIS: Henrique, Botelho, Pombinha.
SOCIAIS: Henriquinho, Botelho, Pombinha.
TEMPORAIS: festa, namoriscar Pombinha.
ESPACIAIS: Janela do sobrado.
Observando Leocádia no seu trabalho e a desejando até um dia o ato foi concedido, no local de plantação de bambus e Bananeiras. Foi apanhado em fragrante pelo marido da Leocádia o Bruno. (AZEVEDO, 1890, p. 61,62).
PESSOAIS: Henriquinho, Leocádia,Bruno, Augusta Carne-Mole, Piedade, Miranda.
SOCIAIS: Miranda, Henriquinho, Augusta, Bruno, Leocádia.
TEMPORIAS: Galanteador, amante da Leocádia.
ESPACIAIS: Casa do Miranda, lugar plantado de bambus e bananeiras.
O que antes era de pouco gasto, agora no quarto ano de medicina vivia com amigos aproveitando o que tinha de melhor para um jovem rico no Rio, foi visto pelo vendeiro e pelo Botelho em um bonde em São Clemente com Pombinha. (AZEVEDO, 1890, p. 158).
PESSOAIS: Botelho, vendeiro, Pombinha, Henriquinho.
SOCIAIS: Vendeiro, Henriquinho, Pombinha, Botelho.
TEMPORAIS: 4º ano de medicina, namorando com Pombinha, agastar no Rio.
ESPACIAIS: Bonde de São Clemente.
Henriqunho:
Pessoal: Filho de um fazendeiro de Minas, estudante de Medicina, de boa aparência.
Social: Rico, filho de fazendeiro, estudante de medicina no Rio de janeiro.
Temporal: Chega ao Rio com 15 anos para se prepara para entra no curso de medicina, vai mora no bairro de Botafogo, logo entra na academia começa sua vida sexual.
Espacial: Fica pouco tempo na Rua do Hospício, e foi para cada do Miranda no Botafogo.
Henrique
Personagem: Henrique
Henrique é um jovem de 15 anos, de boa aparência, acanhado, filho de um Fazendeiro de Minas, foi para o Rio para terminar a corte para entrar na Academia de Medicina. E foi hospedado na casa do Miranda na Rua do Hospício, não gostando da hospedagem o Miranda levou para sua casa no Botafogo. (AZEVEDO, 1890, p. 23, 24).
PESSOAIS: Pai, Henrique, Miranda, Dona Estela, filha, Valentim.
SOCIAIS: Pai, Miranda, Henriquinho, Dona Estela, filha, moleque Valentim.
TEMPORAIS: 15 anos, bonitinho, acanhado, terminar na corte, Estudante cuidadoso, não despendia um vintém, Dona Estela estima quase maternal.
ESPACIAIS: Chegada de Minas, Sobrado do Miranda na Rua do Hospício, na própria casa no Botafogo.
Bem tratado, logo foi acolhido pela Dona Estela que no começo tinha ele como filho. A história mudou com o tempo, o sentimento maternal deu lugar para a libido, e transformaram em amante. Em certo dia chegou a ser pego com a Dona Estela no quintal pelo Botelho. (AZEVEDO, 1890, p. 26-28).
PESSOAIS: Botelho, Estela, Henriquinho, Zulmira.
SOCIAIS: Estela, Henriquinho, Zulmira, Botelho.
TEMPORAIS: Amante de Dona Estela.
ESPACIAIS: Quintal.
O rapaz cada dia estava mais bonito e o acanhado estava indo embora dando lugar a um novo comportamento, o de galanteador. Agora a enamora pela janela a Pombinha e Leocádia. (AZEVEDO, 1890, p. 77,78).
PESSOAIS: Henrique, Botelho, Pombinha.
SOCIAIS: Henriquinho, Botelho, Pombinha.
TEMPORAIS: festa, namoriscar Pombinha.
ESPACIAIS: Janela do sobrado.
Observando Leocádia no seu trabalho e a desejando até um dia o ato foi concedido, no local de plantação de bambus e Bananeiras. Foi apanhado em fragrante pelo marido da Leocádia o Bruno. (AZEVEDO, 1890, p. 61,62).
PESSOAIS: Henriquinho, Leocádia,Bruno, Augusta Carne-Mole, Piedade, Miranda.
SOCIAIS: Miranda, Henriquinho, Augusta, Bruno, Leocádia.
TEMPORIAS: Galanteador, amante da Leocádia.
ESPACIAIS: Casa do Miranda, lugar plantado de bambus e bananeiras.
O que antes era de pouco gasto, agora no quarto ano de medicina vivia com amigos aproveitando o que tinha de melhor para um jovem rico no Rio, foi visto pelo vendeiro e pelo Botelho em um bonde em São Clemente com Pombinha. (AZEVEDO, 1890, p. 158).
PESSOAIS: Botelho, vendeiro, Pombinha, Henriquinho.
SOCIAIS: Vendeiro, Henriquinho, Pombinha, Botelho.
TEMPORAIS: 4º ano de medicina, namorando com Pombinha, agastar no Rio.
ESPACIAIS: Bonde de São Clemente.
Henriqunho:
Pessoal: Filho de um fazendeiro de Minas, estudante de Medicina, de boa aparência.
Social: Rico, filho de fazendeiro, estudante de medicina no Rio de janeiro.
Temporal: Chega ao Rio com 15 anos para se prepara para entra no curso de medicina, vai mora no bairro de Botafogo, logo entra na academia começa sua vida sexual.
Espacial: Fica pouco tempo na Rua do Hospício, e foi para cada do Miranda no Botafogo.
sexta-feira, 26 de março de 2010
Comunismo

Depois da queda do murro de Berlim,e a queda da União Soviética pensamos que o comunismo teria chagado ao fim. Hoje em dia temos alguns ditadores ainda no poder, são poucos mais que fazem muito barulho, ex: Coréia do Norte e o nosso vizinho fanfarrão Chaves.
E no Brasil será que viraremos um país comunista, a leitura que temos na política brasileira e com novas leis. Cada dia mais estamos parecidos com a Venezuela,nada contra o país e sim seu governante. Estaremos dispostos a deixar que o Brasil se transforme em uma ilha do terror igual ouvimos desses país comunista mundo a fora. Onde a população são oprimida violentamente, sem liberdade de expressão, futuro e dignidade, única coisa que tem direito é a fome e o silêncio.
O discurso é bonito do comunismo, a favor do povo, contra a desigualdade, exploração etc. Mas na pratica vemos o oposto desse discurso, em todos os países que foram ou são comunista.
Foto: http://www.ternuma.com.br/terror.htm
sexta-feira, 5 de março de 2010
Quem são exatamente os evangélicos?

foto ilustrativa
Quem são exatamente os evangélicos?
Michael Horton
Michael Horton obteve seu B.A pelo, Biola University; seu mestrado pelo Westminster Seminary California e seu Ph.D pela University of Coventry e Wycliffe Hall, Oxford. É presidente do White Horse Media, Professor de teologia e apologética no Westminster Theological Seminary na Califórnia, nos EUA e editor chefe da revista Modern Reformation. É autor de vinte livros, sendo que vários já foram publicados em português.
Parece que uma nova tempestade ou, pelo menos, um vendaval se formou recentemente ao redor do termo "evangélico". Um número crescente daqueles que identificam como evangélicos está compreendendo que nem todos crêem nas mesmas coisas, nem mesmo em relação às doutrinas essenciais. Em resposta a isso, alguns começaram a escrever manifestos que tentam reafirmar as características de uma identidade evangélica. Outros estão escrevendo livros e realizando conferências que têm como alvo recentralizar o movimento como um todo. Outros decidiram que é melhor descartar o termo e chamar a si mesmos de "pós-evangélicos".
Esse problema não é novo. Nunca foi fácil determinar quem são os evangélicos, porque o evangelicalismo sempre foi um movimento diversificado. Lutero queria que seus seguidores fossem chamados de "evangélicos", significando pessoas do evangelho (foram os seus inimigos que apelidaram seus seguidores de "luteranos"). O outro braço da Reforma também se alegrava em compartilhar da designação evangélica (os luteranos ortodoxos cunharam o termo "calvinistas" como um modo de fazerem distinção entre seu próprio ponto de vista e opiniões reformadas sobre a Ceia do Senhor). Depois, com o advento do pietismo e do avivalismo, o rótulo "evangélico" tomou muitas direções. Hoje o termo é uma designação tão ambígua que alguns historiadores julgam que a melhor definição é a de George Marsden: "Qualquer pessoa que gosta de Billy Graham".
No entanto, com um pouco de perspectiva histórica, não é difícil perceber porque essas tempestades, ou vendavais, são constantes: o evangelho está se tornando para sempre separado dos evangélicos; essa é a razão por que é tão difícil saber quem são os evangélicos.
PIETISMO E AVIVALISMO
O termo "evangélico" entrou em uso comum durante a Reforma como um esforço para esclarecer e proclamar o evangelho. Anglicanos, presbiterianos e, no Continente, os seguidores de Bucer, Calvino, Knox e Beza também gostavam do termo "reformado" porque o seu objetivo não era começar uma nova igreja ou denominação, e sim reformar a igreja histórica. Além disso, as igrejas luteranas e reformadas, apesar de suas importantes diferenças, mantiveram-se lado a lado em defender o evangelho de distorções, tanto de Roma como dos anabatistas.
O advento do pietismo e do avivalismo complicou as coisas. A princípio, o pietismo era um movimento de reforma dentro das igrejas luteranas e reformadas, estimulando uma conexão mais profunda entre a doutrina e a piedade. Por fim, o pietismo começou a se parecer cada vez mais com a espiritualidade anabatista. O avivalismo (inglês e americano) também empurrou o pietismo para longe de suas raízes reformadas.
Um preço crucial de admissão ao arraial evangélico durante o Primeiro Grande Avivamento era ser pró-avivamento. Muitos ministros luteranos e reformados eram ambivalentes quanto à própria idéia de esperar tempos de avivamento, suspeitando que ele abrigava uma opinião inferior do ministério regular da igreja. Mas no Segundo Grande Avivamento não houve questionamentos. O foco mudou de uma ênfase na obra salvadora de Deus, em Cristo, por meios dos instrumentos ordenados por Deus, para uma ênfase nas decisões e esforços humanos, por meio de métodos e "estímulos" pragmáticos. O principal personagem por trás do segundo avivamento, Charles G. Finney (1792-1875), até rejeitava a doutrina do pecado original, da expiação vicária, da justificação somente pela fé e o caráter sobrenatural do novo nascimento.
O Segundo Grande Avivamento, representado por Finney, criou um sistema de fé e prática adequado a uma nação autoconfiante. O evangelicalismo – ou seja, o protestantismo americano do final do século XVIII – foi um instrumento para inovações. Na doutrina, serviu à preferência da modernidade quanto a uma confiança na natureza e no progresso humanos. Na adoração, transformou o ministério centrado na Palavra e nas ordenanças em entretenimento e reforma social, criando o primeiro sistema de estrelas na cultura de celebridades. Na vida pública, confundiu o reino de Cristo com o reino deste mundo e imaginou que o reino de Cristo poderia ser tornado visível por meio de atividades sociais, morais e políticas dos santos. Havia pouco espaço para qualquer coisa imporante que fosse capaz de restringir o movimento, disciplinar suas celebridades empresariais ou questionar seus "avivamentos", à parte de sua freqüente publicidade de curta duração.
Em algum ponto ao longo do caminho, o evangelho se tornou separado da evangelização; a mensagem ficou subserviente aos métodos. A religião americana se tornou digna da caracterização de Dietrich Bonhoeffer: "Protestantismo sem Reforma".[i]
"Encontros extremos", comentou B. B. Warfield, no final do século XIX, a respeito dos pietistas conservadores e dos racionalistas liberais. "Os pietistas e os racionalistas têm caçado juntos, em duplas, e abrandado as suas contendas juntos. Eles podem diferir quanto a por que estimam a teologia um traste e por que não querem que um futuro ministro desperdice seu tempo em obtê-la. Um ama tanto a Deus, e o outro o amam tão pouco, que não se preocupa em conhecê-lo".[ii]
Herman Bavinck, o colega holandês de Warfield, observou: "Movimentos poderosos, como aqueles que o pietismo fez surgir na Alemanha e que o metodismo desencadeou na Inglaterra e na América, todos eles tinham em comum o fato de que mudaram o centro de gravidade do objeto da religião para o sujeito da religião. A teologia seguiu esse caminho nos sistemas produzidos por Kant, Schleiermacher e suas escolas".[iii] A ala erudita do pietismo protestante na América tendeu a ser assimilada pelo modernismo, enquanto a sua ala fundamentalista produziu uma colheita sempre nova de jovens cínicos e iludidos que achavam a outra uma mera opinião atraente. No entanto, modernistas como Harry Emerson Fosdick e fundamentalistas como Bob Jones podiam citar Finney e seu legado com afeição.
A CORRENTE REFORMADA
Entretanto, a corrente reformada do evangelicalismo americano não havia se esgotado completamente. O Princeton Antigo foi uma fonte especialmente fecunda para renovação e defesa do legado do verdadeiro evangelicalismo. Luteranos como C. F. W. Walther, presbiterianos como Archibald Alexander, congregacionalistas como Timothy Dwight, episcopais como o bispo William White e batistas como Isaac Backus podiam reconhecer uma essência de convicções reformadas que tinham em comum contra a maré crescente de infidelidade. Muito proveito resultou (e ainda resulta) da cooperação evangélica no campo missionário, nos ministérios diaconais comuns e na erudição fiel.
Clérigos como Warfield e Hodge se consideravam evangélicos no sentido distintamente reformado e se esforçaram por trazer o protestantismo americano à harmonia com essa definição. Eles também eram firmemente comprometidos e envolvidos de modo pessoal com os amplos esforços missionários nos Estados Unidos e no exterior, e isso os colocava em constante comunhão e cooperação com outros evangélicos.
Apesar disso, Warfield começava a perceber que a tensão entre opiniões competidoras da identidade evangélica tornava mais difícil o permanecer como apoiador irrestrito da causa evangélica. Em 1920, certo número de evangélicos apresentou "um plano de união das igrejas evangélicas". Warfiel avaliou o "credo" desse plano, enquanto era estudado por presbiterianos, e observou que a nova confissão proposta "não contém nada que não seja crido pelos evangélicos", mas "não contém nada que não seja crido... pelos adeptos da Igreja de Roma". Ele escreveu:
Não há nada sobre a justificação pela fé neste credo. E isso significa que todos os ganhos obtidos naquele grande movimento religioso que chamamos de Reforma são lançados pela janela... Não há nada a respeito da expiação no sangue de Cristo neste credo. E isso significa que todo o ganho da longa busca medieval pela verdade é lançado sumariamente fora... Não há nada sobre o pecado e a graça neste credo... Não precisamos mais confessar nossos pecados; não precisamos reconhecer a existência de tal coisa. Precisamos crer no Espírito Santo somente como "guia e consolador" – os racionalistas não fazem o mesmo? E isso significa que todo o ganho que o mundo inteiro obteve dos intensos conflitos de Agostinho é lançado fora juntamente com as outras coisas... Também é verdade que os ganhos obtidos dos debates que ocuparam a primeira era da igreja cristã, por meio dos quais atingimos o entendimento das verdades fundamentais da Trindade e da deidade de Cristo, são lançados fora por este credo. Não há Trindade neste credo; não há deidade de Cristo – ou do Espírito Santo.[iv]
Se a justificação pela fé é o âmago do evangelho, Warfield questionou, como podem "os evangélicos" omiti-la de sua confissão de fé comum? Ele perguntou: "Este é o tipo de credo que o presbiterianismo do século XX acha suficiente como base para cooperação nas atividades evangelísticas? Então, ele pode prosseguir suas atividades evangelísticas sem o evangelho, pois este credo nega completamente o evangelho". De novo, o evangelho se separara dos evangélicos. "Comunhão é uma palavra excelente", concluiu Warfield, "e um grande dever. Mas a nossa comunhão, de acordo com Paulo, tem de ser no ‘progresso do evangelho’".[v]
O diagnóstico do cristianismo americano oferecido por Dietrich Bonhoeffer ("Protestantismo sem Reforma"), depois de sua viagem para preleções nos Estados Unidos, parece vindicado. Ele escreveu:
Deus não tem dado qualquer reforma ao cristianismo americano. Ele lhe deu fortes pregadores avivalistas, clérigos e teólogos, mas nenhuma reforma da igreja de Jesus Cristo por meio da Palavra de Deus... A teologia americana e a igreja americana como um todo não têm sido capazes de entender o significado do "cristicismo" pela Palavra de Deus e de tudo que isso significa. Eles não entendem que o "criticismo" de Deus toca até a religião, a cristandade da igreja e a santificação dos cristãos e que Deus fundou a sua igreja acima da religião e da ética... Na teologia americana, o cristianismo é essencialmente religião e ética... Por causa disso, a pessoa e a obra de Cristo foram, quanto à teologia, colocados em segundo plano e permanecem mal entendidos, porque não são reconhecidos como o único fundamento do juízo radical e do perdão radical".[vi]
ONDE ESTÁ O EVANGELICALISMO HOJE?
Hoje, alguns dos maus frutos do pietismo e do avivalismo subsistem. Muitos têm por certo que aqueles são muito interessados em doutrina são os que menos se interessam por alcançar o perdido (ou, como se diz hoje, "os sem-igreja"). Os evangélicos são freqüentemente desafiados a escolher entre tradicional e missional, dois campos que são descritos tipicamente como nada mais do que caricaturas. Os primeiros evangélicos se reuniam, simultaneamente, ao redor de manter o evangelho correto e de anunciá-lo, mas hoje a coalizão é definida, cada vez mais, por seu estilo ("contemporâneo" versus "tradicional"), sua política ("conservadorismo compassivo" ou a mais nova redescoberta de raízes progressistas avivalistas) e suas principais estrelas musicais, e não por suas convicções a respeito de Deus, da humanidade, da salvação, do propósito da história e do julgamento final.
Entendo que nem todos esses "credos" são hoje tão minimalísticos como aquele que Warfield avaliou. E o evangelicalismo americano não tem permanecido sem os seus defensores da fé. Em sua declaração de fé, a Associação Nacional de Evangélicos afirma a Trindade, a deidade de Cristo, "a morte vicária e expiatória, por meio do derramamento do sangue de Cristo", e a necessidade de renascimento espiritual. Contudo, ali não há nenhuma menção da justificação – o artigo sobre o qual uma igreja se mantém de pé ou cai –, e a única convicção concernente à igreja é a crença em "uma unidade espiritual de crentes no Senhor Jesus Cristo". O batismo e a Ceia do Senhor não são nem mencionados.
Ironicamente, a genuína fé evangélica se encontra com freqüência fora do movimento evangélico e dentro do evangelicalismo ela é contestada em muitas frentes. Tem se tornado cada vez mais comum os evangélicos questionarem a autoridade (e não menos a suficiência) da Escritura e as doutrinas básicas em torno das quais evangélicos de diferentes segmentos eram capazes de se unir. De acordo com cada grande pesquisa que tenho visto, a maioria dos evangélicos americanos desconhece muitas das verdades básicas do cristianismo. Em vez disso, há um amplo "deísmo moralista e terapêutico", como comprovou o sociólogo Christian Smith. O fato de que pessoas que crescem em igrejas evangélicas provavelmente – e, em alguns estudos, mais provavelmente – aceitarão esse tipo de espiritualidade amorfa, deixando de lado os credos cristãos, pode fazer você perguntar o que há de "evangélico" no "evangelicalismo". O evangelho abandonou os evangélicos?
Ao mesmo tempo, encontramos freqüentemente cativantes defesas do cristianismo histórico, incluindo as percepções da Reforma, procedentes daquelas que poderiam parecer as fontes mais improváveis.
UM PARQUE TRANQÜILO
Por tudo isso, ainda estou convencido de que há um lugar para sermos "evangélicos". Por quê? Em palavras simples, porque ainda temos o evangelho. Em minha opinião, o evangelicalismo serve melhor como um parque tranqüilo, à semelhança dos parques públicos no centro das cidades da antiga Nova Inglaterra, para todos os que afirmam este evangelho. É um lugar em que os cristãos de igrejas diferentes se encontram para discutir o que têm em comum, bem como as suas diferenças. Ajudam um ao outro a se manterem honestos.
Em sua fase presente, a igreja é um povo peregrino. Acho que a confissão reformada é o mais fiel resumo dos ensinos da Bíblia. Contudo, a minha fé é fortalecida por encontrar-me com cristãos de tradições diferentes que me desafiam a pensar mais profunda e completamente a respeito das ênfases que tenho perdido.
Esse lugar tranqüilo também provê uma área comum na qual os cristãos podem testemunhar aos não-cristãos a esperança que compartilham e um espaço comum no qual nossos vizinhos de determinada comunidade podem ser servidos pelo amor cristão. O perigo surge quando o parque se torna dominado por uma atmosfera quase pelagiana e, confiando em si mesmo, imagina que sua Grande Tenda é a catedral que reduz as igrejas ali estabelecidas a simples capel
[i] Dietrich Bonhoeffer, "Protestantism without Reformation", em No Rusty Swords: Letters, Lectures and Notes, 1928-1936, ed. Edwin H. Robertson, trad. Edwin H. Robertson e John Bowden (London: Collins, 1965), p. 92-118.
[ii] B. B. Warfield, "Our Seminary Curriculum", em Selected Shorter Writings of Benjamin B. Warfield – I, ed. John E. Meeter (Nutley, NJ: Presbyterian and Reformed Publishing Co., 1970), p. 371.
[iii] Herman Bavinck, Reformed Dogmatics: Vol. 3: Sin and Salvation in Christ, ed. John Bolt, trad. John Vriend (Grand Rapids: Baker Academic, 2006), p. 556.
[iv] B. B. Warfield, "In Behalf of Evangelical Religion", em Selected Shorter Writings of Benjamin B. Warfield – I, ed. John E. Meeter (Nutley, NJ: Presbyterian and Reformed Publishing Co., 1970), p. 386.
[v] Ibid., p. 387.
[vi] Dietrich Bonhoeffer, op. cit.
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Traduzido por: Pr. Wellington Ferreira
Revisado por: Tiago Santos
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Traduzido do original em inglês: Who Exactely are the evangelicals? Publicado por 9Marks.
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